Movimento que é movimento, e que se apelida de, lá está, movimento, tem momentos unicos de alegria e bebedeira (bebedeira não vá).
Este pequeno vídeo reflecte simplesmente todo o esírito escsito que rodeia a nossa familia.
Bons (optimos pronto :D) momentos.
sábado, 14 de março de 2009
domingo, 21 de dezembro de 2008
Música à medida .
Há escolhas acertadas para indivíduos como nós e os Tara Perdida são gente fofa que adivinha a necessidade intrínseca do nosso grupo. Como tal, a composição desta música é (exclusivamente) feita a pensar em nós, exímias criaturas!
Só quando entrei na rotina
O habitual dia a dia
E acabei por fica parado
Alienado de tudo
Que me pudesse vir a interessar
É que notei, Não é viver
Sonhos de alguém, Eu vou mudar
Por isso agora eu vou, Eu sou capaz
De viver, nunca voltar atrás
Agora eu vou, Desalinhado
Tanto querer é complicado
Mas sou assim, quem aceitar
Estendo-lhe a mão, para ajudar
Eu sou assim, pouco normal
Venda nos olhos, é o golpe final
domingo, 7 de dezembro de 2008
Concurso "Público" para aquisição de carrinha de 9 lugares
Foto do exterior da carrinha, 3 cores à escolha... é à vontade do freguês xD
Eis o magnífico, confortável e espaçoso interior da carrinha! com chão em relva sintética, aquecido com uma revolucionária tecnologia a vapor, o que permite ter os pés sempre quentes!
É um interior digno de seres giros e fofos como nós =)
Consórcio liderado por Tiago Pires e Ana Guedes
[Todos os Direitos Reservados]
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Primeira estação
Dia-a-dia cheio, complexo. Mentes plenas de orgulho exibem-se cheias de jactância perante outras espécies. Entre corridas, trocas e baldrocas; caminhos-de-ferro e solavancos abismais, lá se agitam as mentes e salta discretamente o parafuso do trabalho árduo, começando o reino imperial da "real gana", à qual nós, seus súbditos, obedecemos inexoravelmente.
A pasta al dente enlaça-se numa pista onde o queijo e as natas dançam ao som de jazz; e o bacon trava um luta colossal com os redondos cogumelos domesticados por marca branca, uma luta pelo pedestal de fiozinhos de cereal, ora. É nesta paisagem que se pintam os valores totalitários do reino imperial. De alma preenchida e estômago anafado, começa o culto à "real gana". Fazemos aquilo a que nos ordena e quedamo-nos nos nossos lugares, criando uma osmose perfeita e cordialmente sincronizada. O trabalho árduo vai longe, o parafuso perdido.
A pasta al dente enlaça-se numa pista onde o queijo e as natas dançam ao som de jazz; e o bacon trava um luta colossal com os redondos cogumelos domesticados por marca branca, uma luta pelo pedestal de fiozinhos de cereal, ora. É nesta paisagem que se pintam os valores totalitários do reino imperial. De alma preenchida e estômago anafado, começa o culto à "real gana". Fazemos aquilo a que nos ordena e quedamo-nos nos nossos lugares, criando uma osmose perfeita e cordialmente sincronizada. O trabalho árduo vai longe, o parafuso perdido.
Uma vista para um dia cinzento, para um rio de formas aleatórias nas suas suaves ondas. As gotículas de chuva dançam com o vento, esboçam figuras, apagam-se e redesenham-se instantes depois. É perante este quadro natural e tão real que se ligam os aquecedores do coração e se tecem as mais coesas ligações. Esquisitas ou escsitas, uma questão de forma; pois de conteúdo encontram-se cheias.
Pequenos momentos que partilhamos, em cenários tão convidativos como um dia de semblante carregado e com vista para o rio, preenchem estes dias académicos. São pedaços que hoje se registam em palavras e amanhã se recordam em saudade. Linhas online, pedaços de papel, notinhas escondidas em cadernos alheios, fotografias ou filmes caseiros. A receita para guardar o que de bom se vive e viverá é extensa, mas cozinheiro já temos! Venham então as experiências, o resto é deixar-se ir pela "real gana".
Por André Ramos .
Pequenos momentos que partilhamos, em cenários tão convidativos como um dia de semblante carregado e com vista para o rio, preenchem estes dias académicos. São pedaços que hoje se registam em palavras e amanhã se recordam em saudade. Linhas online, pedaços de papel, notinhas escondidas em cadernos alheios, fotografias ou filmes caseiros. A receita para guardar o que de bom se vive e viverá é extensa, mas cozinheiro já temos! Venham então as experiências, o resto é deixar-se ir pela "real gana".
Por André Ramos .
Parte I ou o caminho breve para a alucinação !
As linhas (re)fazem-se na definição de contornos objectivos. As vontades exprimem-se em experiências de emancipação universitária. As médias ordenam-se e esperam pelo dia do bonequinho azul a saltar. E ele lá está. Azul. E salta. É o dia. E lá estamos nós, também. A olhar a ESCS de uma forma diferente. Integrados. Envolvidos na ordem sequencial dos acontecimentos, segundo critérios tradicionais que nos acolhem. Então, há gente que se cruza entre livros, a cor amarela, corredores e caras novas. Há gente que sorri sem saber porquê. Gente que sabe sorrir. Ser. Aproximar-se. E vamos vivendo enquanto os dias passam, enquanto o tempo nos permite ir coabitando entre jantares, comboios, o bar, o bairro, livros, jornais, sonhos, projectos, risos, cafés, vontades, preguiça, folgas proclamadas cinco minutos antes da respectiva aula…
Hoje, sorrimos e sabemos porquê.
Hoje, sorrimos e sabemos porquê.
Vivendo à melhor maneira dos (des)alinhados!
Por Ana Guedes .
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